A Ciência da Ascensão Espiritual

Ascensiologia é a Alta Ciência da Iluminação dos Mestres de Sabedoria, os Chohans. A Projeciologia entra aqui apenas como um treinamento preliminar. E como sugere a doutrina indiana dos Vimanas, a Ufologia é uma capa externa ou uma versão exotérica do tema.

Ascensão é a passagem da esfera solar da Hierarquia, para a esfera cósmica de Shambala, pelo portal da Sexta Iniciação, relacionada aos Sete Sendeiros de Evolução Superior dos teósofos.

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sábado, 29 de maio de 2010

Nos Bastiões da Cidadela Quadrangular

(A Cúpula de Cristal - Poemas Arautos)

"Naquele dia levantarei a tenda desmoronada de Davi." (Amós 9,11)
"...então os elementos se conflagarão em chamas..."
(2 Pedro 3,10) "Mudarei o destino de meu povo..." (Amós 9,14)

"...e suas mentes adquirirão a transparência do cristal". (Vishnu-Purana, IV, 24)

A CÚPULA DO CRISTAL é...

...a mitra que encabeça à Árvore da Vida;
...o triângulo que coroa a Árvore Sefirótica;
...os três pomos de ouro das Hespérides;

...o chapéu cônico dos Divinos Artífices.

"Sobre as cabeças do serafim, havia algo que parecia uma abóboda, brilhante como o cristal..." (Ezequiel 1, 22-3)
"Mostrou-me depois um rio de água da vida, brilhante como cristal, que saia do trono de Deus e do Cordeiro." (Apocalipse 22, 1)

I

A Seara

"Terminou o éon, o trabalho foi realizado. Se detiveram as estrelas. O Eterno Uno exclamou ao céu mais excelso: 'Exponham o trabalho. Apresentem as Pedras'. E eis que as Pedras eram Uma."

Estancias de Dzyan, IV (Tratado Sobre Fogo Cósmico, A.A.B.)

Saudações aos Egressos.
Realizada foi a Grande Travessia*
E eis que achamo-nos já no interior dos portões do Novo Mundo,
Para onde fomos conduzidos pela mão segura do Mensageiro,
Que como um Cristóvão Colombo eterno
Transportou a nau terrena em direção às praias cósmicas.
Esta fora uma viagem, não exatamente
pelo tempo e espaço físicos,
mas pelas escalas internas de nosso cosmos
na direção de seu Centro Maior:
O Sol Central espiritual, no rumo da Estrela Azul.**

Largos foram os Éons passados nas espirais do Ciclo.
Muitas as gerações que prepararam este Momento,
cada uma delas trabalhando de modo a acrescentar
mais um degrau na Escada celeste
na qual o planeta finalmente se aproxima de seu topo.
Cento e quarenta e quatro mil foram o seu número.
E hoje reune-se o produto destilado destas gerações
formando a Legião dos Eleitos
que constituem a seara do Novo Mundo.
São eles no mesmo número das gerações do Grande Éon.***
cada qual trazendo um Guardião da Barca de Rá,
a legião de Iniciados solares,
"uma geração de reis e sacerdotes",
reunida diante dos Portais do Novo Mundo,
a aguardar sua abertura
pelo Senhor-Que-Reina-Sobre-O-Tempo.

E eis que o Pentagrama traz a data: quinhentos anos
após aportar Garuda ao Novo Mundo,
abrem-se as Portas diante do "solitário-que-mira-a-sí-mesmo",
e mira elevado sobre Janus por Saturno áureo;****
quando por fim ascende Uroboros,
a serpente que morde a própria cauda.

* Pessach (Páscoa), em hebraico.
** Sirius.
*** 144.000 x 30 = 4.320.000 = um Maha Yuga.
**** 11:11:11

II

O Juiz

"Com o advento do Enviado o céu da paz reinou na terra. O planeta cambaleou e vomitou fogo. Uma parte se elevou. Outra caiu. A forma se transformou. Milhões tomaram outras formas ou ascenderam até o lugar de espera designado. Esperaram até que lhes chegasse novamente o momento de progredir."

Estâncias de Dzyan, X (Tratado Sobre Fogo Cósmico, A.A.B.)

Há dois mil anos soava a nota setenária
mantida na atmosfera interna do Planeta pelo Cristo.
Sete foram os degraus que alcançou este Irmão Maior
Quando abandonou a superfície da Terra.

Desde então sua Nota vem ressoando através das gerações,
contadas como 72 discípulos "enviados à sua frente"
até o seu Retorno Glorioso,
ou como os 72 sequazes de Seth que arremessam
o féretro de Osíris nas águas do tempo.

E na medida em que conclui o período,
tendo as gerações cumprido sua tarefa
de assimilar a Ordem Setenária,
um novo Impulso deve ser dado então
ao tônus racial assim estabelecido.

Retorna por isto Aquele, que é o Juiz das Gerações,
para estabelecer o novo "anel-não-passarás",
de modo que apenas uma certa qualidade de almas
tenha acesso à nova atmosfera racial.
Assim são os desígnios do Senhor,
e não há quem possa contra Aquele
cujos propósitos estão inscritos nas pedras: El-Shaddai!

III

A Escada

"Enviaste os teus Sete Filhos ao Senhor da Sabedoria. Sete vezes ele te vê mais perto de tí, sete vezes mais ele te sente."

Estancias de Dzyan, IV (A Doutrina Secreta, H. P. B.)

Uma Hierarquia nos foi dada,
uma Escada para os Egressos do planeta.
Nela, registrávamos a nove degraus,
encimados pelo Senhor-Que-Reina-Por-Todo-O-Sempre.
Este, o Mestre do Eneagrama,
é o que chamamos O Grande Sacrifício,
o yogue supremo que olha por seu filhos na Terra,
o "Jovem Eterno" como também é conhecido.

Este é o Olho-Que-A-Tudo-Vê,
É o Manu, o Dragão que habita os Polos,
O Zero Absoluto que integra Princípio e Fim, o equilíbrio dos ciclos,
a Forma original e o Protótipo da raça,
o Senhor-de-Todos-os-Raios e Aquele que os enfeixa entre si,
O Senhor-do-Raio-Único; o Pai de todos nós.

E veio de muito longe este Pai,
para ser a Alma de nosso mundo,
a fim de que um dia surgíssemos,
e sobre ele por fim reinássemos em paz, soberanos.

Pois bem; este, o Senhor da Cúpula, já não está só,
feito que seu Primogênito já lhe comparte o Trono.
E este nós o conhecemos, é o Mestre do Cristal, o Cristo.
Com ele estamos desde nossos primeiros passos,
posto ser nosso Irmão Maior.
E foi ele que abriu os Portais
pelos quais todos os destinados passariam.

Por meio daquela Escada, conhecemos
os Senhores e os degraus do arco-íris.
Por seu intermédio, aprendemos que a luz
é a mestra da Alma, e que os Anjos são nossos guardiães eternos.

Por meio daquela Escada aprendemos a amar.
Mirando seu topo, rogamos para que nos fosse
dada a luz e a sabedoria,
as quais são um só, e foram Sua criação primeva.

E desde aquele Olho aguardávamos
o alento para nossos dias.
Andamos pela esquerda e procuramos à direita,
pois a Igreja e a Ordem formam suas mãos.

Arriscamos contemplar sua face e adormecemos a seus pés,
pois o cosmos e o mundo formam
a dimensão de seu prumo.
Sim, "como é em cima é am baixo", diziam os Antigos.
E eis que és o Alquimista-mor,
que reúne as águas do abismo
e a transforma na seiva da ressurreição.

IV

A Chave

"Tres são as cores do ciclo que se consideram como o quarto."

Estâncias de Dzyan, XIII (Tratado Sobre Fogo Cósmico, A. A. B.)

Sobre o Cavalo Branco ele chegou, o Cavaleiro do Cristal.
"A espada! A espada está afiada e polida;
Três vezes vibra a espada, a espada dos trespassados".*
Na raias do Cristal ele aportou
E os céus então se abriram, e todos viram

"o filho do Homem chegando com as nuvens".**

Com sua chegada, a Escada ascendeu
sobre si e o prumo foi despejado ao largo.
Sem medições, "até que passem 42 meses".
E então, o Templo já não é mais...

Por quatro cores ele passou, a Pedra enjeitada,
até atingir a alvura do Cristal.
Em quatro saídas e quatro retornos se exercitou
pelas bordas do Cristal.
Foi ele o Cavaleiro Negro, foi ele o Cavaleiro Pardo,
foi ele o Cavaleiro Verde, foi ele o Cavaleiro Branco.

E assim, um após outros, os quatro ventos cavalgou.
Suas mãos manteve vazias para carregar o raio e a cruz.
E diante da Pedra maravilhosa recebeu a Nota:
três cores-mães reunidas como espadas convergentes,
e através delas, 12 formas comuns.

No total, 144 vértices mágicos: a alquimia absoluta da Forma,
a reciclagem das forças do Cosmos: a Pirâmide de Luz!
Desdobra-se assim a serpente das águas no dragão celestial.
E as horas da Noite nas horas do Dia se transformam

Com as serpentes liberadas em torno do Cristal.
Pela espada foram cortadas as serpentes,
e pelo cajado elas foram elevadas.
A espada perspassou as nuvens
e a serpente floresceu em lótus.
Esta é a Chave do Trabalho do Sol.
A Revelação revela o Revelador.

* Ezequiel 21, 9.
** Mateus 24, 30.
*** Apocalipse 11, 1 ss.

V

O Propósito

"As primeiras Grandes Águas vieram. Elas submergiram as Sete Grandes Ilhas. Salvos todos os Justos, destruídos os Ímpios. Com estes pereceu a maior parte dos grandes animais produzidos pelo suor da terra."

Estâncias de Dzyan, XI (A Doutrina Secreta, V/III; H. P. B.)

A Chave tem o Propósito.
E este é o de compensar as obras do Ferro
e conduzir o Cubo à sua coroação.
A Chave tem o poder de congregar as Serpentes:
por isto elas foram liberadas - cuidado!

Na Chave, podemos observar as Notas-Mães de todo o Cosmos
Convergindo entre si para dar lugar ao Coração do Cristal.
Ao todo, são 13 formas superpostas.
E se aplicadas à pirâmide, serão 52 ou 156 ângulos - Adonai!
Nas formas menores, teremos então 144 - ADD,
O primeiro; DAD, O Pai!

O reino de Deus sobre a Terra
pela Cúpula do Cristal.
pelas penas de Quetzal.
Foi-nos dada a CHAVE.
E esta é a chave dos Filhos do Sol.
Fazei uso da Chave!

VI

A Nave

" O aspecto das rodas e sua forma tinham o brilho do crisólito. Todas as quatro eram semelhantes entre si."

Ezequiel, 1,16

A Nave é aqui.
Lapidada fora a pedra,
e da terra brotou o cristal.
Esta é a Arca, este é o Sol.
Nela desfilam os Filhos do Destino,
os quais são a colheita do amor.

Da Cúpula emana uma Ordem,
e esta é pelo Amor.
Suave é o Caminho,
sob o manto de flores do Senhor!

A Nave é aqui.
E esta é a Nave dos Perfeitos.
Mas estes, não são os que se julgam ser
-os que não caem, pois estes tampouco se levantam.

Existem homens melhores e piores -e isto é tudo.

E os melhores são aqueles que sempre se levantam
Pois somente assim a colheita da vida sorrirá no horizonte
quando do solo da experiência rebrotarem as flores da Perfeição.

Os Perfeitos de que se fala
Não são tampouco os Senhores Alados do Tempo,
Mas aqueles que amam os horizontes
Sim, os que acalentam a idéia de conviver
com os horizontes, dia trás dia.

De modo que, mesmo em seus passos tíbios,
Deus, que é Amor, abençoa seus peregrinos
Pois Ele já vive em seus corações,
para de lá lhes guiar pela doce estrada dos sonhos.

VII

A Partida

"Eu tive uma visão durante a noite. Eis: Um homem montado um cavalo vermelho estava parado entre as murtas que haviam num vale profundo; atrás dele estavam cavalos vermelhos, alazões e brancos. Eu disse: 'Quem são eles, meu Senhor?' E o homem que estava entre as murtas respondeu: 'Estes são os que Iahweh enviou para percorrerem a terra'."

Ezequiel, 1,16

Nas saídas e entradas nos exercitamos
Sob a guia da Estrela.
E os caminhos foram os do exílio e da perseguição.
A sina do Graal diante da terra gasta;
pois éramos apenas pedaços de nós.

Algures estava a Fonte, e o caminho era imponderável.
À solidão da jornada, somente tínhamos a contrapôr
a alegria da nossa esperança
e a voz do coração a dizer
reiteradamente a nós, geração:

– Parte na aurora da vida
abraçando os horizontes longínqüos
fecunda os muitos caminhos
na cadência de teus passos.

– Procura o ritmo do labor
e ascende na escada dos dias,
porque como tijolos vivos
edificareis a escada do porvir.

– Deixa cair no pó da estrada
as tuas lágrimas de prata,
porque será deste barro santo
que será moldado o Novo Homem.

VIII

A Sina

"...a Palavra de Deus é viva, eficaz e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes; penetra até dividir alma e espírito, junturas e medulas."

Hebreus, 4,12

Sabíamos de há muito
que o véu das estrelas
um dia seria levantado
E que na encruzilhada do Destino
um passo já definiria o caminho.

Por isto demos um passo.
Mesmo nos arrastando, demos um passo, tendidos...
Porque, após nós, viriam outros
que começariam já a se levantar, combalidos...

E depois deles, surgirão, com certeza
aqueles que ousarão caminhar, feridos...
Até que um dia, virão aqueles futuros
que ousarão correr, decididos...
E então, por fim, alçarão alguns
suas asas e voarão, destemidos..!

IX

O Louco

"No princípio... a terra estava vazia e vaga, e as trevas cobriam a face do abismo..."

Genesis 1,1-2

A serpente traçou as marcas na areia
e o Louco seguiu-lhe os rastros.
Na sua trouxa a esperança
e em seus passos a certeza,
servindo de asas sobre o abismo.

Ele – o senhor do Propósito.

E o Louco tingiu-se de flores,
e fez da ira o seu móvel pertinaz.
Ferido, procurou no deserto
as marcas das serpentes.
E pelas trilhas do tempo seguiu,
indiferente às pedras, ao ladrar dos cães e às feras.

Ele – o divino pendão da Inocência.

O Louco viu e soube,
e suportou o trespassar dos grilhões.
Vara que arqueja sem romper-se,
seiva que penetra sem deter-se.
Aço temperado no gêlo e na brasa,
espada em riste de dupla lâmina.

Ele – o Guardião da Justiça.

Por paixão infinda foi movido.
Espremido sob o torno dos deuses,
destilou a água da vida no abismo
até que uma nova Criação tivesse lugar.

Ele – o Senhor da Paz.

Farol que penetra as nuvens
e revolve as entranhas do caos,
luz que dissolve as sombras,
ozônio que renova o ar.

Ele – o Amigo.*


* Maitreya, em sânscrito.

X

A Promessa

"Eleva-te com teus pensamentos
E um milagre de cores alegres
resplandecerá nas estrelas do Cruzeiro do Sul."
Folhas do Jardim de Morya, I, H. R.

Quão longe está o filho da terra
de compreender a beleza da Promessa...
Pequenos são os desejos
e jovens os sonhos dos filhos da terra,
perante os desejos e os sonhos do Senhor do Destino.

Ah! A Promessa... Pudera o filho da terra
saber que a semente dos sonhos
brotou no coração da Luz,
Que lá teve ela guarida, alimento e viço,
vindo a despejar-se na terra
para multiplicação qual vinho
derramado para nossa redenção...
Após o que, o Senhor recolheu
a colheita e separou a erva boa da má.

Ah! Por quê não recorda o filho da terra
que todo o amor, em amor sendo,
é Um só e que o Caminho para a divina aliança
–o primeiro Noivado–
esteve apontado pela sombra da cruz..!

Por isto, ó filho do homem,
faz teu o desejo do Senhor
faz teu o sonho do Criador
e compreende o coração de toda a vida
permitindo a consumação da Aliança!

XI

A Pátria

"...O Arco-Íris de Buda traz a afirmação da lei da vida."

Folhas do Jardim de Morya, II, H. R.

Sete são...

as cores da Luz;
as notas do Verbo;
os modos do Amor...
Aprende-os todos, e serás Um.

Com o vermelho, teus passos se afirmam
na direção da magestade do mundo;

Com o laranja, o raio de tua alma
abraça o arco de suas influências;

Com o amarelo, os frutos mais lídimos
florescem de teu ser;

Com o verde, a proteção da Grande Mãe
te serve e conserva;

Com o azul, os espaços da alma
são iluminados e irradiam;

Com o violeta, a mão do Mestre pousa
sobre tua fronte como pomba agraciada;

Com o branco, o Reino abre suas portas
sob o manto estrelado do Senhor do Cristal.

XII

O Reino

"...seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu."

Jesus Cristo

As Novas Moradas se acham
prontas para a habitação.
Doze Portas tem o Reino.
Nelas se atravessa os Caminhos do Ser.

A Senda dos Espelhos sãs chaves do Eu
trazendo por fim a Imagem Amada
que cada um porta em seu coração.

Trabalhar na construção do Reino
em seu momento e lugar
foi sempre o maior Sonho de Serviço
dos melhores homens da Terra.

O Reino é a Perfeição em todas as coisas.
Em qualquer mundo que se atue ou vá
os trabalhos prosseguem
e os frutos áureos permanecem sendo colhidos.

O Reino é o Portal da Plenitude e da Eternidade.
E ele se abre aos sábios privilegiados
neste grande Final de Ciclos.

Bem-Vindos sejam, ó sábios do Amanhã e do Eterno!




Adendo

A TRÍPLICE INTEGRAÇÃO.

Nove são os pontos de contato
entre as Três Formas Fundamentais do Cosmos:
o triângulo, o círculo e o quadrado.

A primeira representa o reino do Espírito,
a segunda expressa o universo da Alma,

enquanto a terceira denota a expressão da Matéria.

Dos 9 pontos de contato entre as Três Formas,
3 são entre o triângulo e o círculo,
4 entre o círculo e o quadrado,
e 2 (aproximados) entre o quadrado e o triângulo, através do círculo.

Isto significa, por exemplo, que, no decurso das Idades do Mundo,
dois ciclos mantém o contato com o Reino (Shamballa),
através da Hierarquia, enquanto que nos outros dois,
o contato se dá praticamente apenas com esta última,
ou seja, a própria Hierarquia.

Atualmente, o cubo volta a contatar o triângulo,
constituindo esta tríplice integração a Cúpula de Cristal.


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